Tome-se um homem, feito de nada, como nós, E em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne, lentamente, Duma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão E toque-se um clarim.
Serve-se morto.
Almada Negreiros
Experimenta "rasgar" o monitor para ver se és capaz.
quarta-feira, novembro 28
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